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quinta-feira, 7 de março de 2013

Escola de Espectadores de Porto Alegre será lançada dia 26 de março


Projeto aberto ao público vai debater espetáculos de artes cênicas em cartaz na cidade. Inscrições para as aulas serão abertas no dia 12/3


No próximo dia 26 de março, a partir das 20h, o Teatro de Câmara Túlio Piva será palco do lançamento da Escola de Espectadores de Porto Alegre (EEPA), um projeto da Coordenaçãode Artes Cênicas da PMPA, dentro das comemorações da Semana de Porto Alegre.
A cerimônia terá entrada franca e contará com a presença do pesquisador argentino Jorge Dubatti, que criou a primeira escola de espectadores em 2001, na cidade de Buenos Aires, e do coordenador da EEPA, jornalista e dramaturgo Renato Mendonça. As aulas da EEPA se iniciam dia 30 de março, e as inscrições poderão ser feitas, gratuitamente, a partir do dia 12 de março pelo e-mailinscrevacac@gmail.com.

As atividades da EEPA seguirão o modelo que já funciona com sucesso em Buenos Aires, Montevidéu, Cidade do México, La Paz, Santiago do Chile, Medelin e Lima, conciliando aulas sobre fundamentos de artes cênicas e debates com diretores, atores, produtores e técnicos tendo por tema produções de artes cênicas que estejam em cartaz em Porto Alegre.

Importante:as atividades da EEPA serão gratuitas e não serão exigidos quaisquer pré-requisitos dos alunos. As aulas serão quinzenais e terão lugar na Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura, Av. Erico Veríssimo, 307), sempre aos sábados, das 10h30min ao meio-dia. O primeiro ciclo da EEPA se inicia no próximo dia 30 de março e vai até 6 de julho.

Sobre Jorge Dubatti:
Um dos principais nomes da historiografia e da crítica teatrais da América Latina, Jorge Dubatti é pesquisador, teórico e crítico de artes cênicas. Nascido em Buenos Aires, é doutor em História e Teoria das Artes pela Universidade de Buenos Aires. Dirige, desde 2001, a Escola de Espectadores de Buenos Aires (EEBA). Publicou mais de mais 400 artigos em revistas e jornais especializados de Argentina, Alemanha, Bolívia, Brasil, Canadá, Colômbia, Cuba, Chile, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Itália, México, Uruguai e Venezuela. É autor de livros fundamentais como Teoría y práctica del Teatro Comparado (ensaios, 2003) e Teatro Comparado. Problemas y conceptos (ensaio, 1995).

Sobre Renato Mendonça:
Renato Mendonça é jornalista, escritor, dramaturgo e pesquisador no campo de artes cênicas. Foi editor das áreas de Artes Cênicas e de Música no jornal Zero Hora, de Porto Alegre, entre os anos de 1994 e 2010. Integra a DRAN – Oficina de Dramaturgia, orientada por Graça Nunes, desde 2007. Cursa o Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS e deve defender dissertação no primeiro semestre de 2013.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Indicador de Preços da Cultura


Indicador de Preços da Cultura
Divulgada a pesquisa atualizada de valores com base no mês de janeiro
O Ministério da Cultura (MinC) divulgou nesta quarta-feira, 15, a pesquisa atualizada dos indicadores nacionais de preços da cultura, levantados segundo parâmetros e técnicas de mercado, de acordo com o mês de janeiro, para as cidades de Brasilia e Porto Alegre. A pesquisa, utilizada para lastrear e avaliar propostas candidatas à renúncia fiscal pela Lei Rouanet, foi lançada pelo MinC em outubro do ano passado, e está sendo atualizada a cada mês.
O levantamento detecta os valores médios de 255 itens, entre serviços e mão de obra do universo da produção cultural. Os itens são os mais diversos, abrangendo desde preços de hospedagem, locação de veículos e espaços, frete e alimentação, até preços de mão de obra de cinegrafistas, coreógrafos, diretores e técnicos em variados segmentos. Até a pesquisa ser lançada, o mercado não dispunha de parâmetros para análises com identificação desses dados.
Os valores apontados constituem-se como referências para o mercado cultural, mas não são preços fixos para as categorias elencadas. De acordo com o secretário Henilton Menezes, da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), do Ministério da Cultura, a proposta não é engessar e sim servir como parâmetro, em torno do qual deverão gravitar os valores aprovados. “Caso o proponente apresente valor discrepante ao divulgado na pesquisa, deverá justificar o motivo junto ao MinC, visando à coerente aplicação dos recursos públicos”, disse o secretário.
Os indicadores resultam do contrato do MinC com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV). As cidades de Belém, Recife, Brasília, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, capitais-base da pesquisa, são consideradas como representativas das regiões brasileiras. Entre as fontes consultadas, estão tabelas de sindicatos e associações, de fornecedores e taxas de serviços públicos.
Acesse abaixo os indicadores de preços atualizados:
Serviços
Mão de Obra
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