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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Breves comentários sobre as "Breves Entrevistas..." - Parte VII


"MESTRES do Teatro Sarcáustico me fizeram ter um ótimo final de domingo com Breves Entrevistas com Homens Hediondos ! ! ! Altamente recomendo! Se você não foi conferir, está chupando todas balas do pacote!" (Pedro Gutierres, artista plástico e designer gráfico, via Facebook)


"O Teatro Sarcáustico sempre deixa a gente meio fodido emocionalmente depois das suas peças. Ser humano é uma decisão consciente, que precisa ser decidida a cada a situação, todos os dias. Se não a tomarmos, seguiremos sendo coisas e tratando assim tudo que cruza nosso caminho. Mandaram muito bem de novo, pessoal! Parabéns!" (Igor Symanski Rey Gil, integrante de banda Rocartê, via Facebook)


"Che, 'Entrevistas com homens hediondos' mais que recomendada. Que peça...!! Teatro Sarcáustico, como de praxe, faz a gente querer ficar na plateia... tudo de bom pro sábado frio na capital da província." (Madhu Milena Do Carmo, socióloga, via Facebook)


"Cheguei em casa extasiado com o espetáculo MARAVILHOSO: "BREVES ENTREVISTAS COM HOMENS HEDIONDOS". Do Teatro Sarcáustico. Daniel Colin, Rossendo Rodrigues, Guadalupe Casal e Ricardo Zigomático arrasaram... Lindo trabalho dessa galera extremamente talentosa. Parabéns..." (Rafael Mentges, ator, via Facebook)


"lindo trabalho, adorei a pesquisa, adorei a entrega, adorei a memória, a técnica, os atores, a dança inglês/espanhol, que já é um espetáculo, vocês bebem cerveja mesmo? mijo não é ,né? brincadeirinha... tem material prá vários... me deu prazer, me deu tesão, me deu crítica, me deu coceira, me deu idéias, me deu fome, me deu sede, me deu vontade, muita vontade, de entrar na roda, tornar-se parte, pronto prá luta, pronto prô abate. parabéns Sarcáusticos, parabéns Colin. (...) amigos do face, amigos do teatro, amigos faceiros, amigos espirituais, amigos racionais: recomendo assistir breves entrevistas com homens hediondos." (Jaime Ratinecas, ator e produtor de elenco, via Facebook)


"Eu também recomendo" (Gisela Habeyche, atriz e professora do DAD/UFRGS, via Facebook)


"genial, absolutamente genial! adoro" (Zé Adão Barbosa, ator e professor de teatro, via Facebook)


"Eu sou completamente apaixonada por esse trabalho!" (Adriane Mottola, atriz e diretora da Cia. Stravaganza, via depoimento oral em 22 de agosto de 2011).

terça-feira, 14 de junho de 2011

Mais comentários sobre a 2ª temporada de Wonderland


"Ontem, enfim, assisti Wonderland com o pessoal do Teatro Sarcáustico, sensacional! Três horas de puro deleite! Beijos ao Colin e ao elenco afinadíssimo!" Zé Adão Barbosa - ator, diretor, professor e um dos proprietários da Casa de Teatro (Porto Alegre/RS) (via Facebook)


"Parabéns pelo teu trabalho e pelo eletrizante espetáculo." Jaime Ratinecas - ator, produtor de elenco e terapeuta corporal (via Facebook)


"adorei, bela construção, belo trabalho, tão legal ver a coragem de concretizar... tudo de maravilhoso e longa vida..." Deborah Finocchiaro - atriz e diretora (via Facebook)


"Daniel Colin é fodão!!! Parabéns! Babei do início ao fim." Emilio Bestetti - ator (via Facebook)


"Assisti Wonderland novamente sexta (ganhei ingressos na promoção no twiter :D) e quero retificar meu apreço pelo trabalho do grupo que é um exemplo de profissionalismo e dedicação ao teatro!!! Vida longa à criatividade dos trabalhadores de Wonderland!!!! Parabéns aos Teatro Sarcáusticos, Teatro de Alta Performance!!!!!! Bejoo pra essa grande faamiliaa!!" Lara Coletti - artista plástica e cenógrafa (via Facebook)


"Wonderland... é lindo, emocionante e provocativo. E cheio de significados subjacentes o tempo todo. Pra mim é um espetáculo de terror . Um terror moral . Com pano de fundo aterrador , me lembrou aquele filme visionário O show de Truman. Uma conspiração global (deliberada ou inconsciente) contra uma criatura. Ao contrário do personagem de Jim Carrey , no caso aqui o Jackson sabia. Ou achava que sabia .
A dimensão sociológica e antropológica fundamenta historicamente o roteiro.
Inclusive , tava pensando, na saída , que a peça complementaria magnificamente o Fronteiras do Pensamento. E não é, tô louca?! A moldura social é aquela porra que vemos ali , desumana, o mainstream é sádico, e pior, é globalizado.
Amei as provocações que vão do ‘macro pro micro’. A máquina que engole e manipula tudo é salpicada com a lente microfocada nas vaidades hierarquizantes da(s) pequena(s) cidade(s). Foi impossível evitar o ‘regozijo’ nessa hora . Claramente falando, nos mijamos de rir.
E, no meio de uma aparente loucurinha debochada , é uma experiência humanizante porque nos mostra o quanto funcionamos como predadores de mitos, e de nós mesmos . Uma manipulação onipresente e a gente achando que escolhe alguma coisa. Retrata a cultura de massa como auto-destrutiva, autofágica ,onde o próprio Michael ainda tenta manter alguma integridade , conteúdo e/ou inspiração. Cena emblemática é com Sandy e Junior. O lixo do vazio está tomando conta, o consumo pelo consumo, e ele tentando ainda provocar alguma faísca autoral na mocinha sem arbítrio. O transtorno dismórfico se agravando, se materializando . O mecanismo de recompensação que nos leva à demência narcisista é dissecado , escancarado, através da ‘cobaia’ Michael Jackson . A velha e conhecida necessidade do pertencimento , de ser amado. E tudo parece ser tão complexo mas é tão primário.
O pobre menino rico. Fico me perguntando quantos tiranos não foram criados numa chocadeira assim, de desamor , de usurpação , e de valores éticos adaptáveis conforme conveniências. Mundo cão. E o que nos conforta é que tem gente que vê o que acontece, que se importa, que se indigna e que nos coloca isso tudo numa peça de teatro." Giovana de Figueiredo - atriz, diretora e produtora cultural (via Facebook)

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