domingo, 19 de agosto de 2012
Projeto estreita laços entre premiados no Braskem em Cena
quarta-feira, 28 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
Firmada a parceria entre as Secretarias de Cultura do Estado e de Porto Alegre
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Escultura pública será destruída em Porto Alegre: mais um descaso com a cultura na cidade
Olhos Atentos, escultura pública de JOSÉ RESENDE, vai ser destruída em Porto Alegre.
A obra foi custeada por incentivos fiscais, portanto com recursos públicos, sendo doada à cidade de Porto Alegre pela 5ª Bienal do Mercosul (2005)
A notícia em anexo diz que o prefeito de porto alegre ordenou destruir essa obra de arte.
Isso tudo de surpresa, sem discutir com a comunidade.
Ano passado (2010), a Fundação Bienal do Mercosul conseguiu recursosprivados para reformar a escultura; infelizmente, a prefeitura de Porto Alegre não autorizou, nem sequer respondeu ao pedido.
Agora sabe-se o motivo em não autorizar.
A obra é reproduzida e divulgada em artigos e reportagens pelo mundo, inclusive na revista americana Sculpture.
Trata-se de uma das mais arrojadas escultura públicas já feitas, a qual muito tempo se dedicaram profissionais e o próprio artista, José Resende.
www.public.art.br
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Wonderland é o Melhor Espetáculo Gaúcho do Porto Alegre em Cena 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
COMUNICADO PORTO ALEGRE EM CENA: Bob Wilson
Por questões alfandegárias na liberação da carga cenográfica, e o consequente atraso de sua chegada em Porto Alegre, em comum acordo, a direção do "Porto Alegre em Cena" e a equipe do espetáculo “Krapp’s Last Tape”, dirigido por Robert Wilson, com o sentido de preservar a qualidade artística da apresentação, a pedido do célebre diretor , transfere a primeira sessão do espetáculo, que ocorreria sexta-feira, dia 23, para uma sessão extra:
domingo dia 25, às 20h30min, no Theatro São Pedro.
As outras duas funções:
Dia 24, sábado às 21hs
Dia 25, domingo às 18h, permanecem inalteradas.
O público que adquiriu ingresso para a sessão transferida tem acesso exclusivamente à sessão extra do domingo, sem nenhuma necessidade de remarcação de ingresso. Não será possível remarcar para as outras sessões, porque as mesmas têm suas lotações esgotadas. Em caso de impossibilidade, o valor do ingresso será restituído aos que assim o desejarem.
O festival atende ao pedido do próprio Bob Wilson, agradece a compreensão e deseja a todos um ótimo espetáculo.
PORTO ALEGRE EM CENA
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Wonderland: 2º dia de montagem Porto Alegre em Cena
Abaixo, fotos da montagem com nosso pessoal, além dos profissionais do Festival, dentre eles o Rafael Guerra, nosso produtor de palco, e a presença ilustre de Marco Fronkowiack, coordenador técnico do Porto Alegre em Cena.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
ATENÇÃO: Sessões extras de Wonderland durante o Porto Alegre em Cena!!!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Programação completa do 18º Porto Alegre em Cena

Mas reparem que neste ano, os espetáculos tem valores diferenciados, que variam de R$20 a R$50.
A abertura das bilheterias será no dia 28 de agosto, domingo, das 8h às 20h, na Usina do Gasômetro.
E LEMBREM-SE: "Wonderland e o que M. Jackson encontrou por lá" estará concorrendo ao Prêmio Braskem e se apresentando no dia 15 de setembro (quinta). Além disso, faremos duas sessões extras, nos dias 16 e 17 de setembro (sexta e sábado). Pouquíssimos lugares! ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES!!!!!!!
terça-feira, 14 de junho de 2011
"Wonderland" é selecionado para o 18º Porto Alegre em Cena

quarta-feira, 20 de abril de 2011
18º Porto Alegre em Cena trará alguns dos maiores encenadores do mundo!
O Porto Alegre em Cena completa 18 anos com uma edição especial, digna de sua maioridade. Entre os dias 6 e 27 de setembro, grandes espetáculos estarão presentes na programação cultural da cidade, reafirmando mais uma vez a qualidade e diversidade que o festival proporciona ao público gaúcho. Público esse que comparece em peso às apresentações nas salas de espetáculo e no projeto de Descentralização, ponto forte do Em Cena. Diretores como Bob Wilson, Peter Brook, Arianne Mnouchkine, Antunes Filho e Paulo José, muitos deles vindo exclusivamente à capital gaúcha para as apresentações do festival, constam desta edição comemorativa.
A música ocupa lugar significativo na programação desse ano, apresentando shows de renomados artistas como Phillip Glass, Marianne Faithfull, os portugueses Maria João e Mário Laginha – que na edição passada realizaram uma das mais belas apresentações do Festival -, Adriana Calcanhotto com seu novo trabalho “Trobar Nova”, Carlos Careqa, Ná Ozzetti, Cida Moreira e Zé Miguel Wisnik, entre outros.
A programação formativa, outro ponto alto do festival, trará novamente oficinas inéditas com diretores, atores, cenógrafos, iluminadores e técnicos, que darão à classe artística local novos olhares sobre o que está sendo produzido e aplicado nas artes cênicas brasileiras. Os debates e conversas informais com as estrelas do Em Cena e o Ponto de Encontro na Casa de Teatro complementam a programação que, a cada edição, se mostra mais rica e interativa.
O Porto Alegre em Cena é realizado pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre, através da Secretaria Municipal de Cultura, e tem patrocínios já confirmados da Petrobras, Braskem, NET e Caixa Econômica Federal.
Confira a programação completa no blog da Thingsmag.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Ingressos para "Ten Chi" de Pina Bausch começaram a ser vendidos hoje em Porto Alegre
A montagem inspirada na cultura da cidade de Saitama, no Japão, Ten Chi (Céu e Terra) foi encenada pela primeira vez em 2004 e faz parte da famosa série de quinze produções em que Pina retratou através da dança os lugares por onde passou em suas turnês. Para conceber as peças, a coreógrafa e sua companhia moravam por cerca de três semanas nas cidades que escolhiam homenagear, com a intenção de se integrar à cultura local, visitando personalidades e conhecendo pontos turísticos. Em Ten Chi, os dezessete bailarinos da Tanztheater Wuppertal, hoje dirigida pelos coreógrafos Dominique Mercy e Robert Sturm, exploram aspectos da cultura japonesa moderna com humor e delicadeza, em um cenário composto por partes de uma baleia gigante e outros elementos da terra do sol nascente, como bonsais e flores de cerejeira. Na trilha sonora, Norah Jones e Gustavo Santaolalla, com textos de Bertolt Brecht e José Saramago. Ingressos nas bilheterias do Bourbon Shopping Country. Telentrega ingresso Show pelo tel. (51) 8401-0555/3299-0800.

domingo, 26 de setembro de 2010
Peça "In on It" brinca com teatro e mostra jogo de atores

Por Rodrigo Marquez
Não sou muito afeito a escrita em blogs, a fazer críticas públicas no meio virtual ou jornalístico. O Dom da escrita –opinião sobre algo, ou criação de obra minha, é algo que me acomete de tempos em tempos e já se vão longe as tentativas de eu terminar dois roteiros para cinema, e duas peças que comecei a escrever e que tenho idéias ou mesmo tomar coragem e colaborar na criação de textos dramatúrgicos, algo que me porei a trabalhar mais profundamente a partir do próximo ano. Prefiro conversar com os atores, sendo meus amigos, conhecidos ou não sobre minhas impressões sobre as diversas obras artísticas que tenho contato. Mas ao ver hoje no Teatro São Pedro, aqui em Porto Alegre, dentro da programação do 17º Festival Porto Alegre em Cena, a peça “In on It” fui tomado de uma vontade de colocar minhas impressões no papel (opsss...melhor seria dizer nas teclas desse meu teclado de computador).Então vamos lá:
"In on It" foi escrita pelo canadense Daniel MacIvor, e que já está há quase um ano e meio em cartaz no Brasil, prorrogando temporadas paulistas, cariocas e percorrendo uma gama de Festivais e amealhando prêmios pelas brilhantes atuações dos atores. O diretor Enrique Diaz (dos espetáculos Melodrama, Ensaio.Hamlet, sucessos em edições passadas do EM CENA) encontrou um texto que dialoga naturalmente com seu estilo de encenação, adepto da metalinguagem. Escrito por um canadense, o drama traz uma narrativa em três planos — o presente, o passado e a ficção, no caso, uma peça. Brilhantes no jogo cênico, Emílio de Mello e Fernando Eiras — premiado com o Shell carioca de melhor ator — se revezam em dez personagens. Primeiro, eles são dois homens discutindo como levar um texto ao palco. A seguir, vem o espetáculo, sobre separação e morte. O ciclo se fecha com a exposição das questões pessoais da dupla, que reconstitui uma relação amorosa. Ao servir-se só da iluminação e de duas cadeiras, o diretor busca o mínimo e extrai o máximo dos dois atores, em diálogos repletos de humor, ironia e lirismo.
Eu sai do teatro com a legítima sensação de que o binômio invenção e verdade podem mesmo andar juntos. E que Emílio de Mello e Fernando Eiras sabem muito bem como mostrar a sutileza e a força dos medos e das relações humanas. E um jogo constante, onde os atores brincam o tempo todo com o tempo cênico, o que exige uma constante concentração para interligar as três narrativas que se sobrepunham, mas nunca interferem na exímia interpretação dos dois atores, compostas de pequenos gestos sustentados e precisos na maioria dos momentos, e olhares seguros e que dizem muito da ação que se está apresentando na cena. Ambos com pequenos gestos faciais vão de uma criança a um senhor que é avisado que está doente, e ele acha que vai morrer, passando por namorados com personalidades fortes que transformam isso numa relação de profissionais amigos no momento presente, comentando suas próprias interpretações.
Os atores param, mudam e imaginam novas cenas o tempo todo e brincam e me atraem com esse olhar para o simples e complexo da arte teatral, do fazer teatro. Pode ser difícil falar de temas com o que se espera da morte e o que se perde quando as relações humanas fracasam, mas o texto não provoca só devaneios e lágrimas. É também descontraído, ágil e muito divertido. Os atores jogam o tempo todo com a liberdade que o teatro oferece para falar de assuntos como a brevidade da vida. " Será invenção ou é verdade? É o que você quiser", dizem em determinado momento do espetáculo (ou como diz o personagem de Fernando Eiras “isso não é um espetáculo é uma peça de teatro apenas”)
Em outro momento, é a importância de aproveitar o "presente" que ganha vez. "Se você parar de pensar um pouco, vai se dar conta de que já tem alguma coisa acontecendo."
Fico Feliz de ter visto essa peça, fechando o meu Festival onde só puder assistir há três espetáculos - pelo volume de trabalhos e produções artísticas que me encontro, de ensaios e produção final do mais novo espetáculo do nosso grupo Teatro Sarcáustico, “Wonderland e o que M.Jackson encontrou por lá”, mas sei por experiência de já estar passando pelo meu 13º Em Cena e de outros festivais, que mais vale assistir apenas um ou dois espetáculos e eles serem ótimos do que você ver sete, oito, nove até 14 peças e nada lhe tocar verdadeiramente, ou dizer muita coisa. Quando “In on It” for para sua cidade, não perca. É uma aula de teatro de interpretação para uma linguagem contemporânea, um aula de construção de um bom texto para teatro, uma aula técnica de como uma excelente iluminação dialoga perfeitamente com a cena e com o trabalho dos atores em si, e um programa perfeito para aqueles que procuram o teatro como uma boa diversão de final de semana.
Sobre o autor
O canadense Daniel MacIvor, 1962, é ator, escritor, dramaturgo, diretor de teatro e cinema.
Iniciou o grupo Da Da Kamera em Toronto, onde atuava, escrevia e dirigia.
Recentemente tem escrito e dirigido diversos filmes independentes.
Há um Blog interessante atualizado constantemente onde fala de seus trabalhos e do seu dia a dia.
http://www.danielmacivor.com
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Sissy!


sexta-feira, 17 de setembro de 2010
"Reflejos", por Daniel Colin
Ontem, fui convidado a assistir ao espetáculo "Reflejos" (Argentina), apresentado na Sala Álvaro Moreyra, às 23h. Caí meio de páraquedas no teatro, pois só havia lido a sinopse na Revista do Em Cena: “Caem a cenografia, o cenário e a luz”. Ficam apenas o texto e cinco atores. Isso resume bem o espetáculo a meu ver. Focando nos atores, sobretudo em sua forma quase natural de “dar um texto”, Matias Feldman, autor e diretor da peça, opta pelo mais simples, parecendo ser favorável à ideia de que “menos é mais”. Bem... Teoricamente, desta maneira, Feldman-diretor não tem como errar, ainda mais contando com um bom texto e bons atores.Eis aqui, portanto, o maior pró do espetáculo: através desta simplicidade cênica, podemos realmente saborear o trabalho preciso de um elenco afiado (sobretudo Juliana Muras e Luciano Suardi, muito bem em seus papéis!), bem como podemos perceber a potência dos diálogos escritos por Feldman-dramaturgo, por muitas vezes, recheados de humor negro e belas reflexões. O texto em si começa muito bem, com um monólogo inicial e uma temática deveras interessante, mas é bem verdade que, no final, infelizmente, descamba prá um dramalhão desnecessário. Aqui, senti-me como se assistindo a uma novela televisiva, no sentido mais pejorativo da ideia... Mas, resumindo, é um bom trabalho que se sustenta por 90 minutos sem nunca entediar o espectador (mesmo a mim, que tenho uma dificuldade enorme com o espanhol falado a toda velocidade...).
Porém, do outro lado da moeda, podemos perceber claramente as falhas do espetáculo. A encenação de Feldman ultrapassa a simplicidade e chega a ser simplória, não auxiliando ou atrapalhando a evolução do texto. Parece optar por ficar “em cima do muro”, numa posição absolutamente cômoda. Não ousa, não arrisca, não sai do “arroz com feijão”, como diria o bom e velho Roberto Oliveira. E, aqui, voltamos às cenas de uma novela... As marcas, os ritmos, os climas: todos previsíveis. Os figurinos e acessórios cênicos que circulam no palco são cotidianos e parecem ter saído da bagagem de qualquer pessoa da equipe técnica, sem apresentar uma proposta de linguagem. A mim, particularmente, incomoda uma direção que nada acrescenta à obra, ainda mais nesse caso, pois me fica a impressão incômoda de que o Feldman-diretor não quis intervir muito no trabalho do Feldman-dramaturgo, por gostar muito deste.
Ou seja: “Reflejos-texto”, enquanto discurso e temática, propõe-me algumas reflexões; enquanto que “Reflejos-espetáculo” só me conta uma história, nada mais. Me deixa um vazio. Bem... Nesse caso, parece que “menos é menos mesmo”.
Postado no Blog do Porto Alegre em Cena em 16/09/2010.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Imperdível: "O Idiota", de Eimuntas Nekrosius

Por isso, fica a dica: "É melhor usar seis horas da sua vida assistindo um trabalho maravilhoso do que 50 minutos em uma peça que você vai simplesmente esquecer depois que virar a esquina..." Pensem nisso!




quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Qual o real papel da crítica?
Penso portanto na ausência de críticos preparados a esta função em Porto Alegre e, pior ainda, na ausência de troca de reflexões entre os próprios artistas sobre suas obras; sobram apenas frases de "achismos" lançadas a torto e a direito em jornais culturais e blogs da vida. Sem querer menosprezar a atitude de todos aqueles que escrevem sobre espetáculos teatrais quando a maioria das pessoas sequer deseja ir ao teatro, adoraria que este textos impressos ou postados fossem melhor discutidos e assimilados, bem como - e sobretudo - os espetáculos em questão...
Finalizo minhas reflexões (nã0-finalizadas) com algumas frases, pelas quais cruzei os olhos durante estes últimos dias. Lanço-as aqui para que possamos discuti-las:
"A crítica é fundamental para o crescimento dos grupos e dos indivíduos. Por mais que, às vezes, soe injusta e cruel, a percepção crítica honesta é uma bússola da qual não podemos abrir mão." (Luciano Alabarse, diretor e coordenador do Porto Alegre em Cena - "O poder transformador da milenar arte teatral").
E aí? Concordam ou discordam de mim ou de algum dos colegas acima?
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Está no ar o Blog do Porto Alegre em Cena
quarta-feira, 24 de março de 2010
Retratos em vídeo de Bob Wilson para o 17º Poa em Cena
Foram apresentados à imprensa dia 23 de março, em um almoço no Restaurante Moeda do Santander Cultural, os patrocinadores da 17ª edição do Porto Alegre Em Cena - que vai rolar de 8 a 26 de setembro. Durante o almoço, a organização também anunciou outra atração de luxo do festival: a exposição Voom Portraits, com imagens feitas pelo encenador americano Bob Wilson. Um dos maiores nomes da cena contemporânea, Wilson fez uma série de videorretratos de artistas - a maioria atores famosos -, inspirados por referências das artes plásticas, do teatro e do cinema. O resultado são imagens plasticamente incríveis (como esta aí do lado com Johnny Depp). O elenco de retratados por Wilson inclui nomes como Sean Penn, Mikhail Baryshnik, ov,Juliette Binoche, Willem Dafoe, Robert Downey Jr, Dita Von Teese, Brad Pitt, Isabelle Huppert, Winona Ryder entre outros. A mostra em Porto Alegre contará com nove telas no salão de baixo do Santander e sete na parte de cima - os videorretratos são exibidos em televisores de plasma de 65 polegadas, expostos na vertical. A mostra será inaugurada em 8 de setembro (mas você pode conferir clicando aqui), início da maratona teatreira - cuja abertura será com um show do músico bósnio Goran Bregovic e seu grupo. Os vídeos são editados em looping, de forma que não se perceba quando começa e quando termina. Todos são acompanhados por músicas, e alguns também por um texto - muitas vezes dito pelo próprio Wilson. O diretor, que participou no ano passado do POA Em Cena com uma montagem de Quartett também vai participar do evento com um espetáculo: Happy Days, de Samuel Beckett. Outra atração anunciada é a vinda novamente da companhia do lituano Eimuntas Nekrosius - o encenador já apresentou no festival suas montagens de Hamlet, Otelo e Fausto. Dessa vez, o diretor vem com O Idiota, clássico romance do russo Dostoiévski.




